quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Gabriel Joaquim dos Santos "Arquiteto de Sonhos"



·  Eu tenho um pensamento vivo.
·  Sonho pra fazer e faço.
·  A casa depende do espírito, é uma casa espiritual.
·  Aquelas flores é feita com caco, de telhas, é um coisa mais forte, caco de pedaço de pedra, porque quero fazer que fique aí, não se desmanche. A chuva bate, lava, é sempre, é uma sempre-viva aquilo.
·  Às vezes saio para ver essas coisinhas que eu mesmo faço e eu mesmo fico satisfeito, me conforta.
·  Esta casa não é uma casa, isto é uma história, é uma história porque foi feita por pensamento e sonho.
·  Deus me deu essa inteligência. Vêm aquelas coisas na memória e eu vou fazer tudo perfeitinho como eu sonhei.
·  Trabalhei sozinho, todo esse movimento que está aqui não tem ajuda, eu que fiz tudo com as minhas mãos.
·  Eu quero os cacos porque dos cacos eu vou fazer as coisas para as pessoas se admirar, pra quê quero comprar uma jarra nova? Jarra comprada eu não preciso. Isso não tem graça.
·  E assim levo a minha vida assim nos sonhos, sonho toda noite. Eu durmo tarde da noite, mas quando vou dormir assim mesmo vêm os sonhos. Vêm aqueles sonhos, aquela visão, aquele pensamento...
·  É Deus que resolve a dúvida. Sem Deus não dá, não tem nação, não tem país, não tem cidade, não tem nada. Precisa Deus.
·  O Brasil é uma nação muito grande, precisa paz, precisa civilização, precisa educação. Precisa muito cuidado com o Brasil.
·  Eu indo em Cabo Frio, entro na casa daquelas grã-finas, eu trago tudo na mente que eu vi naquela casa, aí é que está, não tiro retrato não, se eu tiver o material, chego em casa e vou fazer perfeito.
·  Ainda está claro do dia, eu já estou procurando a cama, mas não pra dormir, prá pensar. Me deito na cama, pego a imaginar até meia-noite, pensando. O meu sentimento vai muito longe.
·  Vem uma pessoa com um azulejo, eu boto. Vem uma pessoa com um caramujo, eu boto. Vem uma pessoa com um prato quebrado, quebra uma jarra, eu faço aquela ramagenzinha, uma rosa, boto prá enfeitar. 

" Eu não aprendi com ninguém, eu não tive escola, aprendi no ar, aprendi no vento..."   Gabriel Joaquim 
dos Santos


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sábado, 8 de julho de 2017

Lá vem a vida me convidando para sorrir...
Desculpe, estou sem vontade.

Lá vem a vida me convidando à dançar...
Desculpe, não aprendi

Lá vem a vida me convidando para ser feliz...
Desculpe, não tenho tempo.











Lá vem a morte...
Não estou pronta ainda.


Eu não perguntei, vamos!

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sábado, 24 de dezembro de 2016

Imagens de tem direitos autorais, acho justo. 
Mas a arte deveria ser gratuita e conhecida por todos.
A sua divulgação pelo menos, para conhecimento geral, através de imagens, fotos, sons, iluminação, enfim tudo que transforma a vida em algo belo e gratificante.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

No antigo Bairro do Marimbondo, hoje loteamentos Eldorado III e Ipê IV existe esta linda capela.
Aqui houve o assassinato de Sr. Guido Izidoro Dall`Acqua pai do "Giácomo Dall`Acqua"  era muito conhecido na região. Fazendeiro próspero.
Uns oitenta e três anos se passaram e ninguém sabe ao certo quem lhe tirou a vida. As investigações chegaram a apenas um suspeito que foi levado para São Paulo e logo em seguida liberado. 
Sua morte permanece um mistério até os dias de hoje.

Ibitinga- "In memória"

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

domingo, 20 de novembro de 2016

Pensamentos de Luiz Gama, confesso nunca havia ouvido falar nele...

(...) 
O que sou e como penso, 
Aqui vai com todo o senso, 
Posto que já veja irados 
Muitos lorpas enfunados, 
Vomitando maldições 
Contra as minhas reflexões. 
Eu bem sei que sou qual Grilo 
De maçante e mau estilo; 
E que os homens poderosos 
Desta arenga receosos, 
Hão de chamar-me tarelo, 
Bode, negro, Mongibelo; 
Porém eu, que não me abalo, 
Vou tangendo o meu badalo 
Com repique impertinente, 
Pondo a trote muita gente. 
Se negro sou, ou sou bode, 
Pouca importa. O que isto pode? 
Bodes há de toda a casta, 
Pois que a espécie é muita vasta... 
Há cinzentos, há rajados, 
Baios, pampas e malhados, 
Bodes negros, bodes brancos , 
E, sejamos todos francos, 
Uns plebeus, e outros nobres, 
Bodes ricos, bodes pobres, 
Bodes sábios, importantes, 
E também alguns tratantes... 
Aqui, nesta boa terra, 
Marram todos, tudo berra; 
Nobres Condes e Duquesas, 
Ricas Damas e Marquesas, 
Deputados, senadores, 
Gentis-homens, vereadores; 
Belas Damas emproadas, 
De nobreza empantufadas; 
Repimpados principotes, 
Orgulhosos fidalgotes, 
Frades, Bispos, Cardeais, 
Fanfarrões imperiais. 
Gentes pobres, nobres gentes, 
Em todos há meus parentes . 
Entre a brava militança 
Fulge e brilha alta bodança ; 
Guardas, Cabos, Furriéis, 
Brigadeiros, Coronéis, 
Destemidos Marechais, 
Rutilantes Generais, 
Capitães de mar e guerra, 
— Tudo marra, tudo berra — 
Na suprema eternidade, 
Onde habita a Divindade, 
Bodes há santificados, 
Que por nós são adorados. 
Entre o coro dos Anjinhos 
Também há muitos bodinhos. — 
O amante de Siringa 
Tinha pêlo e má catinga; 
O deu Mendes, pelas contas, 
Na cabeça tinha pontas; 
Jove quando foi menino, 
Chupitou leite caprino; 
E, segundo o antigo mito,   


Também Fauno foi cabrito. 
Nos domínios de Plutão, 
Guarda um bode o Alcorão; 
Nos lundus e nas modinhas 
São cantadas as bodinhas: 
Pois se todos têm rabicho , 
Para que tanto capricho? 
Haja paz, haja alegria, 
Folgue e brinque a bodaria; 
Cesse, pois, a matinada,
Porque tudo é bodarrada.
Luiz Gama
P.s: Símbolo da abolição momentânea... pois a luta continua.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Pude assistir o fim da partida do meu tipo preferido o "Grêmio Do Rio Grande do Sul".
Adoro suas cores azul, branco e preto.
Hoje eu fiz algo que já deveria ter feito a muito tempo. Eu também terminei com um jogo no qual estava perdendo desde que entrei na partida. 


Gabriel Joaquim dos Santos "Arquiteto de Sonhos"

·   Eu tenho um pensamento vivo. ·   Sonho pra fazer e faço. ·   A casa depende do espírito, é uma casa espiritual. ·   Aquelas fl...