sexta-feira, 31 de julho de 2009

Kenianos


Eu desejo e quero conhecer a Continente Africano algum dia , a savana , os animais com certeza a África é o berço da humanidade. A alegria desse povo, o colorido de suas roupas demonstram quão esse povo sabe ser feliz e ao mesmo ingénuos.
Suas guerras civis provocadas pela astúcias de alguns devastam essa nação e deixam para trás seus órfãos cheios de ira. Nós seres humanos estamos trilhando para um caminho um caminho sem volta e é uma pena poderíamos aprender muito uns com os outros.

A Dificil Decisão

http://www.youtube.com/watch?v=X2GSRA3feW0


Prefiro nem comentar

Tomem suas próprias conclusões...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Continua

Não posso esquecer a parte do registro em cartório, minha mãe queria que meu nome fosse Andreia e meu pai homenagear sua mãe então meu pai pra não deixar minha tão furiosa me deu a alcunha de Eugenia Aparecida (meu segundo nome é o da minha mãe) mas de nada adiantou o fim foi igualmente desastroso, minha mãe rejeitou-me e só me amamentava para que os seios parassem de doer e se passarão 3 anos e foi graças a esse leite que hoje posso fazer esse relato minha saúde foi perfeita por um tempo.Foi quando comecei a perceber que só eu comia sozinha me vestia sozinha e brincava só. Não tinha presentes caros mesmo meu pai podendo comprar e nem abraços de mãe, esqueci isso ela me empurrava e dizia chi que foi de novo com essa cara parece o patinho feio e eu me fechei no meu mundinho e comecei a me interessar pela figuras dos livros e fui pedindo pra meu pai me trazer livrinhos de historia que ele lia com paciência... então foi ai que me tornei a protegida meu pai tirava a tristeza dos meus olhos com qualquer coisa que eu olhasse por mais de 2 minutos e eu voltava pra casa de mãos cheias não de bonecas porque eu não as suportava, as que meu pai insistia em me dar eu jogava em cima da casa ou nos bueiros da rua eu gostava de disquinhos infantis, bonecas de papel que eu recortava e trocava suas roupas e livros muitos livros... Mas mãe mesmo só na certidão de nascimento.Foi do que me lembro mas meu pai depois de muitos anos de silêncio disse que foi muito pior e eu senti ela não conseguido tirar-me quando quis. Passados todos esses anos eu percebo que não tenho raiva dela mas as vezes esqueço que ela existe e isso dói as consequencias só vieram mais tarde e ao contrário dela nunca fui uma mãe ausente... Agora chega tá dando vontade de chorar, com esses fatos vocês conheceram um pouco de minha historia e descobrirão um pouco de mim em cada um de vocês.

Tempestade

Eu não sabia ao certo oque escrever e depois de muito pensar resolvi falar da minha vida. Depois que lerem meu relato peço que esquecem as partes mais tristes se é que isso seja possível, nosso cerébro parece que assimila melhor as coisas ruins de nossas vidas. Não me achem melancólica pois na verdade não o sou, apenas tomei a liberdade de expor a caixa preta da minha vida por pura necessidade mesmo, se não o fizesse me auto sufocaria.

Bem vamos lá eu nasci em Biritiba Mirim uma pequena cidade no interior de Sp, eu sou a terceira filha do casal, minha mãe perdeu o primeiro e por causa do trauma fez o segundo o meu irmão Jorge Ricardo, ele foi agraciado com o nome do primeiro filho falecido (Ricardo) e depois disso ela jurou que filhos nunca mais ela teria. Pois é já no quarto mês de gravidez sem apresentar nenhum sintoma ela em viagem a Ibitinga foi até o galpão do meu avô e comeu quetro dúzias de bananas foi ai que ela desconfiou e comeu a treva da minha quase vida, assim que voltou ela começou tomar chás, poções, remédios e meu pai insistindo que isso era um crime (será mesmo ela estava convicta que filho um bastava e amor ela não tinha pra mais um, quanto sofrimento ela pouparia não é mesmo). A gravidez seguiu seu curso eu havia vencido por enquanto bem chegando a data do suposto parto meu mandou chamar minha avó e uma mocinha de babá as coisas já estavam estranhas, a mãe do prefeito local que era parteira fez o parto naquele primeiro de maio de 1971 com 4.990 kg eu nasci às 6 da manhã de parto normal não chorei nem chorava muito talvez por no intimo saber que ninguén ligava

TREM BALA- Ana Vilela (LETRA)