domingo, 27 de setembro de 2009

RAÍZES

O quanto devemos de nossos pais essa carga genética que tanto nos faz mal, esse sentimento de compromisso diário que sufoca e oprime até o mais sonso dos filhos. Dei tudo de mim pela nome da família, e dái qual é a diferença em ser boa ou ruim? Tanto faz sou mulher não conto na hierarquia familiar nem de meu pai nem da minha casa. Sou pilastra muda, sustento mais não sou ouvida.

Um homen é realmente um rei, têm mulher, filhos e um bom cargo...não se sujeita a certas coisas.
Nós mulheres passivas ficamos reféns do próprio destino e isso é muito ruim.
Estou cansada que me tirem pra dançar, me falem de amor e ser a doentinha.
Se eu quiser eu chamo o homen, se me falar de amor eu respondo com um sorriso e se ficar com pena porque sou sou doente me deixe morrer sem pena. Gosto de saber que num dia não muito distante meu sofrimento irá acabar de forma branda e lenta com eu gostaria que fosse aos poucos. E nem tudo que faço gosto de dar satisfações...Sou caliente, tenho sede e vou beber muito ainda deste vinho da vida... 

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TREM BALA- Ana Vilela (LETRA)