quarta-feira, 14 de setembro de 2011

COM AMOR, À MINHA MÃE





 Quando a dor que amarga meu peito,
For uma eterna doce lembrança,
Imagens de uma guerreira,
Alegre, forte e bonita,
Que em sua aparência dizia,
O amor e energia,
De que era feito seu ser.
Soube ser desde a infância
Resignada e querida.
Agradeço sempre a Deus por sua vida

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 Olhem lá, a mãe abandonou a filha na rua... Um espetáculo digno dos dias que vivemos! Sejamos sinceros, quem aqui já não abandonou algué...