segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

...a dois passos do Paraíso

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 O garanhão " Luz Negra" para e o Sultão desperta de seu sonho, se vê diante de seu palácio suntuoso e magnífico. Quantos inimigos enfrentou para manter seu império, seu poder e sua força ante os adversários. Não era completamente feliz, no entanto tinha o poder e isso ninguém poderia destituí-lo. Sua mulher altiva e altamente severa inflingia em seus subordinados os mais severos castigos...isso incomodava o Sultão mas não a ponto de deixa-la, ele dispunha de suas concubinas nas horas de aflição, seu hárem tinha 67 mulheres de todas as etnias e feições...
Refletiu sobre seus delírios com a estranha aparicão daquela cobra assustadora, porém enigmática e encantadora.
O sultão se recolhe a seus aposentos, hoje o poderoso homem que enfrentou as terriveis Cruzadas está sem ânimo para festejar... ele conseguiu tudo que poder e as riquesas pode oferecer. Mas por dentro é um homem sozinho. Sábio e amante dos pergaminhos reservava o tempo que sobrava para observar as estrelas e procurar orientação nos astros. Não cria em deuses, seu único Deus era sua espada...
Aquela mulher com olhar de doce veneno, secava-lhe a boca e o fazia arrepiar-lhe a nuca só de pensar em contato com tão enebriante aparição.
O Sultão essa noite desejava voltar a ter o mesmo sonho e reve-la, a deseja ainda mais. Ele sabe que tem que ter cautela, sua esposa não é submissa e seus oponentes vivem á procura de um ponto fraco. não permitirá que ninguém saiba dela, pois nem ele mesmo sabe quem ela é e de onde veio. O nervoso toma conta de seu corpo, que transpira de ansiedade e desejo, o Sultão adormesse e vê a nuance de um corpo de mulher através das cortinas, ela dança sensualmente pra ele, que vê tudo fascinado, aquele corpo com gestos tão encantadores. Os olhos dela penetravam nos dele, o véu o deixava ainda mais curioso. O destemido Sultão agora sentia medo, não da mulher que alí o enfeitiçava mas sim do que ela o forçaria a fazer...
De súbito ele sente mãos acariciar-lhe o peito, ele ardente de desejo a puxa contra si e a beija, misturando sonho e realidade, a boca que toca seus lábios ele conheci bem, se levanta assustado, procura sua dançarina misteriosa e só o que vê e a mulher que devide há anos o mesmo leito. Desonrientado desce as escadas e toma uma taça de vinho, essa noite ele não volta aos seus aposentos.

continua...

2 comentários:

jair machado rodrigues disse...

Esta história está cada vez mais interessante amiga Eugênia, eu também um apreciador de contos de fada, até ja´esbocei um no meu blog A Menia Que Caçava O Sol...aguardo ansioso o próximo capítulo...
ps. Um imenso abraço amiga.

Eugenia disse...

Que ótimo que está gostando, escrever contos flui assim... feito respirar, faz um bem danado escrever o que se gosta.
Um abração meu amigo e lá vai mais um pouco de história.

Lá vem a vida me convidando para sorrir... Desculpe, estou sem vontade. Lá vem a vida me convidando à dançar... Desculpe, não aprendi ...